domingo, 28 de junho de 2009

para ler e reflectir


Os milhões de muçulmanos que nos últimos anos desaguaram na Europa, vieram para cá com uma mão à frente e outra atrás, suplicando emprego e protecção democrática.
Umas vezes por caridade, outras por conveniência, outras ainda por desleixo, recebemos nas nossas casas, estes restos humanos de uma cultura retrógrada, e temo-los agora instalados no sofá, de telecomando na mão, a ditar ordens sobre o que vestimos, o que comemos, o que dizemos, o que desenhamos, e a largar postas de pescada sobre aquilo que somos e o que, na sua opinião, devemos ser.
Um pouco por toda a Europa, estas guardas avançadas da jihad contam com aliados compreensivos e dispostos a pôr-se de gatas, declamando o credo multiculturalista que, manejado por uma certa esquerda, divide as sociedades e detrói o pluralismo.A História ensina-nos que uma sociedade dividida em comunidades que recusam as regras nas quais assenta a vida em comum, dificilmente sobreviverá ao tempo, especialmente quando uma dessas sub comunidades se apoia no dogmatismo e é geneticamente intolerante.


Os exemplos do suicídio europeu abundam


Ainda à poucas semanas, por exemplo, o Presidente da Câmara de Treviso, Itália, decidiu que as mulheres podiam frequentar a escola vestidas com a burka, com o apoio entusiasmado da Ministra da Família, a Srª Rosy Bindi, pertencente a um governo de esquerda.
A Srª Rosy, chegou mesmo ao ponto de dizer que esse vestuário é um “símbolo de civilização” e equiparou-o ao crucifixo.
Esta discussão já aconteceu em França, no Reino Unido, na Holanda, etc, mas a esquerda repete, ali como em todo o lado, ad eternum as mesmas sentenças estratosféricas e erradas, as mesmas comparações disparatadas.
O véu islâmico não é um crucifixo, mas sim um símbolo externo da submissão feminina e uma marca do seu papel subordinado na vida social e familiar.
A burka é um caso extremo e tapa totalmente o rosto, deixando apenas os olhos descobertos, se bem que existam versões que até os olhos ocultam, obrigando as mulheres a ver o mundo aos quadradinhos, por detrás de uma rede. Isto cria problemas para elas, podemos imaginar, mas também para a sociedade, uma vez que dificulta a identificação e a interacção social. Mas é sobretudo uma maneira de proclamar a impureza da mulher e o seu estatuto de mera propriedade do macho.
Nas nossas sociedades, a igualdade entre sexos é algo que não podemos relativizar em função de banalidades multiculturalistas. Faz parte, tal como a liberdade de expressão, dos alicerces da civilização e tenho a certeza de que nenhum pai gostaria que as suas filhas vivessem numa sociedade onde fossem sujeitas a este tipo de imposições. É por isso que é obsceno que uma governante diga que esta vergonha é um “símbolo de civilização” .
É também falacioso comparar o uso de um crucifixo ao pescoço, com a exigência islâmica quanto ao vestuário feminino. Desde logo porque o crucifixo é um símbolo discreto, não implica discriminação sexual, nem é uma imposição cultural.
Este tipo de comparações disparatadas revela apenas a hipocrisia dos multiculturalistas sempre prontos a criticar e condenar de forma intolerante, a "sua" cultura e sociedade, ao mesmo tempo que manifestam uma excepcional tolerância e total compreensão para com as culturas alheias. É caricato que pessoas que se consideram a si mesmas “progressistas”, tenham atitudes e opiniões sobre a dignidade humana, que chocam directamente com tudo aquilo que foi duramente alcançado ao longo de séculos de luta. Em vez de procurarem alargar essa dignidade a grupos descriminados de outras culturas, dispõem-se a perpetuar situações a intoleráveis, reconhecendo estatutos opressores e discriminatórios, como aconteceu recentemente na Alemanha, onde uma juíza sentenciou que os homens muçulmanos podiam bater nas mulheres, porque era “uma questão cultural”.
No caso do véu, o argumento de que as mulheres o usam porque querem, é obsceno. Desde pequenas são sujeitas a uma pressão social e familiar a que poucas conseguem fazer frente. Em França, foram referidos inúmeros casos de ameaças explícitas e agressões por parte de “vigilantes” islâmicos, sobre as raparigas em idade escolar.
A chantagem parece resultar e aí temos as democracias a renunciarem aos seus princípios fundamentais, em nome de um multiculturalismo imbecil e suicida.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

hoje sou francês e o meu presidente é Nicolas Sarkozy

Nicolas Sarkozy
22 de Junho de 2009


“A burca não é um símbolo religioso.
É sim um símbolo da subjugação das mulheres”

segunda-feira, 15 de junho de 2009

de volta à estrada

areal do porto santo
eira do serrado

sempre glorioso

caniçal

penha d'águia em fundo

segunda-feira, 8 de junho de 2009