domingo, 6 de novembro de 2011

vamos refletir um pouco..

A Evolução da Educação:





Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...



Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...





Leiam o relato de uma Professora de Matemática:





Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.



Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.



Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.



Por que estou contando isso?



Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:





1. Ensino de matemática em 1950:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.



Qual é o lucro?





2. Ensino de matemática em 1970:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?





3. Ensino de matemática em 1980:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Qual é o lucro?





4. Ensino de matemática em 1990:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Escolha a resposta certa, que indica o lucro:



( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00





5. Ensino de matemática em 2000:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



O lucro é de R$ 20,00.



Está certo?



( )SIM ( ) NÃO





6. Ensino de matemática em 2009:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.



( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00





7. Em 2010 ...:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.



(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder pois é proibido reprová-los).



( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00







E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.



Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)





- Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:



Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...



Quando é que se 'pensará' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"





Passe adiante!



Precisamos começar JÁ!



Ou corremos o sério risco de largarmos o mundo para um bando de analfabetos, egocêntricos, alienados e sem a menor noção de vida em sociedade e respeito a qualquer regra que seja!!!



in anonimos

domingo, 1 de maio de 2011

MINISTROS E SECRETÁRIOS DE ESTADO QUE SE TORNARAM MARAJÁS DE EMPRESAS PÚBLICAS



Almerindo Marques



1999-2002 – conselho de administração da PT





Álvaro Amaro



2003-2006 – Conselho de Administração da PT Comunicações (não executivo)





Álvaro Pinto Correia



1985-2000 – Conselho de Administração da CGS





António Vitorino



1998-1999 – Vice-presidente da PT Internacional





Carlos de Oliveira Cruz



2001-2004 – conselho de administração da PT



2005 – comissão de remunerações da PT





António Couto dos Santos



1996-2004 – Presidente do Conselho Fiscal da PT TV Cabo



2002-2005 – Presidente da Assembleia Geral da PT Lusomundo





Eduardo Correia de Matos



1996-2002 – Conselho de Administração da PT



2003-2010 – Presidente da PT Brasil





Francisco Esteves de Carvalho



2008-2010 – Comissão de vencimentos da PT





Franquelim Alves



2005-2008 – Conselho de Administração da PT





Henrique Chaves



2006-2007 - Conselho de Administração da PT





José Xavier de Bastos



2007-2009 – Conselho de Administração (não executivo) e do Comité de Auditoria da PT





José Salter Cid



1996-2010 – Inspector-geral da PT



1997 - Conselho de Administração da PT



2006-2007 – Presidente da PT Saúde





Luís Todo Bom



1992-1996 – Presidente da PT



2002-2006 - Conselho de Administração da PT Investimentos Internacionais, PT Brasil (não executivo)



2010 – Inspector-geral e presidente do Conselho Consultivo da PT





Miguel Horta e Costa



1995-1996 – Presidente da PT





Franscisco Muteira Nabo



1996-2003 – Presidente da PT





Medina Carreira



1997-1999 – Conselho de Administração da PT





Norberto Fernandes



1997-2003 - Conselho de Administração da PT (vice-presidente desde 2000)





Armando Vara



2005-2007 - Conselho de Administração da PT (não-executivo)










António Mexia



2001-2004 – CEO da Galp





Daniel Bessa



2006-2010 – Presidente do Conselho Fiscal da Galp





Daniel Proença de Carvalho



2009 – Conselho consultivo da Fundação Galp





Eduardo Oliveira Fernandes



2005-2007 - Conselho de Administração da Galp





Fernando Gomes



2005-2010 - Conselho de Administração da Galp





Joaquim Ferreira do Amaral



2002-2005 – Chairmain da Galp





José Borrego



2000-2001 – Director da Galp e administrador executivo da Galp Power



2005-2009 – Presidente da Galp Power





José Penedos



2004-2006 – Conselho de Administração da Galp





João Morais Leitão



2001-2004 – Assembleia Geral da Galp





Francisco Murteira Nabo



2005-2009 – chairman da Galp





Joaquim Pina Moura



2004-2007 - Conselho de Administração da Galp





João de Deus Pinheiro



2000-2005 – Conselho de Administração da Galp





Rui Machete



2005-2007 – Presidente da Assembleia Geral da Galp





António de Almeida



1996-1998 – Presidente do Conselho de Administração da EDP



2003-2004 – Presidente da Comissão de Auditoria da EDP



2006-2010 – Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP





António de Sousa Gomes



2006-2007 – Conselho Geral e de Supervisão da EDP





António Mexia



2006- até actualidade – Presidente executivo da EDP





António Nogueira Leite



2010 – Conselho de Administração da EDP Renováveis





Carlos de Oliveira Cruz



1977-1982 – conselho de adminsitração da EDP





Eduardo Catroga



2006-2010 – Conselho geral e de supervisão da EDP





Fernando Faria de Oliveira



2008-2010 – Conselhos gerais e de supervisão da EDP





Jorge Oliveira Godinho



1978-1982 – Comissão intersindical da EDP



1998-2008 – Conselho da Administração da EDP e presidente da EDP Brasil





José Silva Lopes



2009-2010 – EDP Renováveis





Rui Pena



2008-2010 – Presidente da Assembleia Geral da EDP





Mário Cristina de Sousa



1982-1983 – Conselho de Administração da EDP



1998-2000 – Presidente da EDP





Alexandre Sobral Torres



1989-2003 – CGD (presidente da Caixa Geral de Aposentações





Alexandre Vaz Pinto



1995-1998 CGD (vice-presidente em 1996)





Almerindo Marques



1998-2002 – conselho de administração da CGD





Álvaro Pinto Correia



1985-2000 – presidente do conselho de administração da CGD





António de Sousa



2000-2004 – presidente da CGD





António Castro Guerra



2010 – CGD (apenas algumas semanas – transitou para a Cimpor)





António Vitorino



2010 – presidente da assembleia geral CGD BCI Fomento (Moçambique)





Carlos de Oliveira Cruz



1984-1989 – conselho de administração da CGD



1989- 1986 – conselho de administração da CGD Imoleasing



2000-2004 – CGD





Carlos Tavares



1992 – 1996 – vice-presidente da CGD





Celeste Cardona



2004-2005 – conselho de administração da CGD



2005-2010 – conselho de administração do BCI Fomento (grupo CGD)





Daniel Proença de Carvalho



2010-2011 – presidente da assembleia geral da CGD





Eugénio Ramos



1983-1987 – director da Caixa Geral de Aposentações (CGD)



1994-2009 – CGD Seguros





Faria de Oliveira



2008-2011 – presidente da Caixa Geral de Depósitos





Francisco Esteves de Carvalho



2006-2010 - conselho de administração da CGD Seguros





João Salgueiro



1996-1999 – presidente do BNU (CGD)





Luis Alves Monteiro



2003-2006 - conselho de administração da CGD





Murteira Nabo



1986- administrador delegado da CGD Imoleasing





Norberto Rosa



2005-2010 – conselho de administração da CGD





Mário Crsitina Sousa



2002-2007 - conselho de administração da CGD Investimento





Luís Mira Amaral



2002-2004 – vice-presidente e presidente da CGD





Pedro Dias Alves



2009 – conselho de administração dos hospitais privados de Portugal (CGD)





Armando Vara



2005-2007 - conselho de administração da CGD (administrador não executivo)





Mário Lino



2010 – 2011 – presidente do conselho fiscal das seguradoras da Caixa Geral de Depósitos




Fonte: currículos oficiais; Livro 'Os Donos de Portugal'







sexta-feira, 29 de abril de 2011

Acordemos

"Ora aqui vai outro importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar.Acabou o recreio e o receio ! Se todos vocês reencaminharem, como eu faço ao fim do dia, seremos centenas de milhar de "olhos mais bem abertos".Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar



Nenhum governante fala em:



1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;



2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério.. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;



3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;



4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.



5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? e os aparelhos não são verificados porquê?é como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?



6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;



7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200€ ? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 €, ? nas Juntas de Freguesia.



8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;



9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;



10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...



11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;



12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado.. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;



13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....



14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;



15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...



16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;



17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado .



18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;



19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.



20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.



21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.



22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).



23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;



24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;



25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;



26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";



27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;



28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.



29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.



30. Pôr os Bancos a pagar impostos.



Façamos um grande corrente de denúncia passando este email a todos de modo a que chegue a todo o povo português, a cada casa, a cada um, para que haja uma revolta nacional contra a corrupção que instauraram em Portugal.
Como podemos extirpar esta corja?



COMPARECENDO EM MASSA NAS URNAS E VOTANDO EM BRANCO PORQUE NENHUM PRESTA.



Não podemos parar.
Nós contribuintes pagamos tudo. E só temos culpa porque somos frouxos, passivos, indolentes.
SE VOTAREM EM BRANCO, ou seja, se não escreverem absolutamente nada no
boletim de voto, é muito mais eficiente do que riscá-lo.


VOTEM EM BRANCO.


A maioria de votos em BRANCO anula as eleições..... e demonstra que
não queremos ESTES políticos!!!



OS NOSSOS FILHOS MERECEM TER UM FUTURO


anónimo