domingo, 3 de dezembro de 2017

Discurso de apresentação do Projecto Educativo da Escola do Curral das Freiras a 13 de Março de 2015

Exmo. Sr. Vice-presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos
Exmo. Presidente do Conselho da Comunidade Educativa
Exma. Sr.ª Presidente do Conselho Pedagógico
Exma Sr.ª Presidente do Conselho Administrativo
Exmo. Sr. Presidente da Associação de Pais
Exma. Sr.ª Professora Margarida Pocinho
Exmas senhoras vice-presidentes da direção da escola
Exmos  Senhores Coordenadores de Departamento de Ciclo e de Cursos
Exmos Senhores Delegados e assessores de disciplina
Exmos Senhoras educadoras, professoras e professores
Exmos Senhores funcionários
Exmos Sr.s Encarregados de Educação
Caros colegas

Porque razão estamos hoje aqui? Porque razão valorizamos o saber e o conhecimento, porque enaltecemos a história e a cultura, porque é que promovemos respeito e a os valores da família, porque é que nos encantamos com a paisagem que vislumbramos neste vale de cantos recantos e encantos? Que coisa é essa que nos leva a procurar uma razão em e para tudo, desde o simples sorriso duma criança até à eterna pergunta - qual a minha função neste universo imenso.. 
A razão é aquilo que justifica as nossas ações e interações com o próximo, mas onde a encontramos em si mesma? Nos nossos interesses pessoais ou nos superiores interesses comuns? Diria que a razão está evidentemente no superior bem comum, nos seus pressupostos, na justiça, na igualdade, na inclusão de todos, com a certeza que a razão não pode ser razão sem alguém que a assuma como razão e a ache justa e correta, e isso mostra a evidência que a razão está evidentemente em todos e em cada um.
Enquanto organização procuramos que os ensinamentos ministrados na nossa escola sejam significativos para a vida dos nossos alunos – pretendemos que a nossa organização cumpra com os presupostos da lei tirando o maior partido dos recursos disponiveis – pretendemos manter sempre uma dimensão humana que nos leve a cumprir os objetivos sociais do serviço educativo – que desenvolva a sua atuação sempre com grande noção de Equidade de modo a minimizar o impacto das origens sociais no desempenho académico dos nosso alunos e na relação laboral que é mantida entre docentes funcionários alunos, pais e restante comunidade com a organização escola, cumprindo as expectativas dos diferentes atores educativos. A igualdade entre todos é justa porque achamos que a igualdade é uma coisa correta, sem a nossa assunção de que a igualdade é correta a mesma para nós não é justa. Todas as pessoas, todos os povos, todas as culturas procuram construir uma sociedade mais justa assente na razão. O que só é possível se respeitarmos as diferenças entre cada individuo, se assumirmos o bem comum como ideário de atuação, com a certeza que a ideia de bem comum deve ser sempre mais importante que os interesses particulares, com a certeza que todos somos diferentes, caros colegas a título de exemplo há quem como eu ache sublimes os versos épicos de camões e há quem prefira a beleza dum romance histórico inovador como é o memorial do convento de Saramago.
Dirão, meus caros amigos, que poderei pecar por excesso de ingenuidade e de algum idealismo utópico. Mas podem crer que só pecados destes me retiram do recato da família e da recompensa de uma profissão de professor e investigador que continuo a amar como se fosse a única possível.
Estes quase seis anos têm sido uma viagem extraordinária, pela escola pública, pelo Curral, pela Madeira, por Portugal.
Somos e afirmamo-nos claramente como uma escola comunidade, que trabalhe em prol do todo e nunca em beneficio daqueles que mandam ou detêm o poder, que estabelece fortes laços profissionais e afetivos entre todos os seus pares, que semeamos e alimentamos expectativas nos nossos alunos, pois para cada um temos um sonho de vida um sonho de futuro.
Muitos dos nossos estudantes partiram em busca de um amanhã melhor, em sítios tão dispares como as terras de sua majestade, a Alemanha, a frança, a Venezuela, o Canadá, a Africa do Sul ou a Suíça, mas também temos aqueles que estão a frequentar alguns dos mais respeitados cursos universitários: seja medicina ou direito a título de exemplo. Ao longo dos anos temos afirmado o nosso compromisso com esta população, temos reiterado a nossa autonomia, ainda que por tal paguemos um preço muito elevado, temos afirmado a validade do nosso projeto educativo, assente no sucesso dos nossos alunos, nas suas aprendizagens, na diversidade de oportunidades que temos criado de acordo com as capacidades de cada um. Não nos resignamos, sempre procuramos inovar e fazer. Quando o mais comodo é desistir de sonhos e princípios, nós temos mostrado que garantidamente nunca o faremos. A força e o saber que ao longo destes anos temos adquirido, tem sido posta por inteiro ao serviço dos nossos jovens e do nosso futuro coletivo.
Portugal já passou por momentos piores do que os atuais: a fome e a morte durante as grandes guerras do século XX, a noite de chumbo do Estado Novo e a guerra colonial, a guerra civil e as invasões francesas no século XIX, a perda de independência no final do século XVI e a guerra para a recuperar no século XVII, o garrote da inquisição dos séculos XVI a XVIII, as pestes recorrentes na Idade Média, entre muitos outros e sempre houve solução para estes problemas.
Sobreviveremos também a esta crise, bem menor que essas outras. Na região autónoma da madeira, sempre caímos e nos levantamos como um todo, como um povo. E, neste dia é exatamente isso que vos propomos, que se juntem a nós no árduo trabalho de fazermos da escola do Curral uma das melhores escolas de Portugal, da única forma que sempre foi feito na Madeira nos últimos 500 anos – bloco a bloco, de mão calosa em mão calosa nunca perdendo noção que a mudança de valores que propomos  - o acreditar no esforço trabalho em detrimento do conformismo nacional tão bem definido por camões na personagem do velho do restelo – SIM NÓS ACREDITAMOS NO NOSSO  POVO E NUMA TERRA POTENCIADORA DO SUCESSO e perdoem-me a imodéstia – bem o provamos nestes últimos anos – a título de exemplo – se nos rankinks regionais do 3º ciclo nos habituamos a ver a nossa escola permanentemente no topo, continuando esta equipa a afirmar que acreditamos de tal modo nos nossos alunos, que me atreveria a afirmar que um dia lideraremos o Ranking nacional das escolas públicas, pois a implementação do projeto iniciado em 2010 e a progressão do trabalho dos nossos alunos e professores é realmente de qualidade 2010 – lugar 1222  - 2011 – 563 – 2012 – 421 – 2013 – 365 – 2014 - 137  - é este o caminho que os nossos alunos nos tem obrigado a trilhar o caminho da EXCELÊNCIA.
Quero por isso renovar a palavra simples que vos quis trazer nesse já distante dia 22 de setembro de 2009: O OTIMISMO. Creio firmemente que a Escola e os profissionais que nela desenvolvem a sua atividade com elevado brio profissional, verão a sua relevância reforçada com a resposta que tem dado a esta crise – pois o conhecimento sempre foi e continuará a ser a força motriz de toda e qualquer sociedade que se quer desenvolvida.
Há, no entanto um grave perigo que paira sobre nós: a descrença, alicerçada numa desastrosa gestão da educação pública. Uma escola é, em primeiro lugar, as pessoas que a compõem, e nenhum diretor pode assistir, sem manifestar a sua indignação, perante as situações a que temos sido expostos.
Permitam-me ainda reafirmar um princípio antigo, para os portugueses o Atlântico não é uma opção. Para nós madeirense é a nossa condição – é obrigatório para o nosso desenvolvimento apostar no espaço lusófono, na interligação com a macaronésia, nunca esquecendo a nossa comunidade espalhada pelo mundo.
Eu tenho imenso orgulho em Portugal, nestas gentes que são as minhas gentes, com quem quero viver e junto de quem desejo morrer em paz, quando for a hora.
Neste dia uma palavra é devida às dificuldades que todos sentimos no funcionamento desta escola, se entre 2009/2010 e 2012/13 vivemos anos difíceis seja por falta de orçamento, pela falta de equipamento, pelo 20 de fevereiro, pela volatilidade do corpo docente, pela falta de funcionários, foram anos terríveis – mas estimulantes, com os cortes orçamentais e a integração das escolas 2013/14 foi um ano ainda mais duro, mas nada que imaginasse o annus horribilis de 2014/15 que tivemos – NÓS COM ETICA ASSUMIMOS E SEMPRE ASSUMIREMOS A NOSSA RESPONSABILIDADE EM TODOS OS MOMENTOS SEM IDEIAS DE VINGANÇAS VANS OU DE RETALIAÇÕES INFANTIES. A nossa luta é justa pois é pelos nossos alunos desde a creche que apenas na próxima segunda feira estará com condições mínimas de funcionamento, seja no ensino profissional onde apenas a 17 de abril os alunos conhecerão finalmente todos os docentes. Perante os resultados menos bons do 1º ciclo intervimos e posso afirmar hoje que temos senão o melhor, pelo menos um dos melhores mapas de complemento curricular neste ciclo de ensino, pois nós não nos conformamos com o insucesso.
A estrutura e funcionamento da administração tem sido continuamente analisada, daí resultando frequentes ajustes a nível dos processos de trabalho, da definição das áreas de intervenção de cada setor, dos circuitos de troca de informação e da própria estrutura da administração. Tenho tido a preocupação de não gerar roturas e de consensualizar as mudanças para obter o máximo de adesão por parte de todos os envolvidos. Os resultados positivos são visíveis, mas este é mais um daqueles trabalhos permanentemente inacabados, pois a avaliação tem de ser permanente e a mudança responsável.
Essa é a verdadeira genialidade da Escola: a sua capacidade de mudança. A nossa união pode ser perfeita. O que conseguimos dá-nos ainda mais esperança em relação ao que os podemos ajudar os nossos jovens a conseguir amanhã.
Sim, somos capazes.
Aceitamos esta missão, com o sentido de aproveitar esta oportunidade de responder a essa questão. Este é o nosso momento.
Este é o nosso tempo, com ou sem crise temos o dever e a obrigação de tudo fazer para voltar a abrir as portas da oportunidade aos nossos alunos /filhos; de reclamar o sonho da liberdade e de reafirmas a verdade fundamental de que nós professores – somos no meio de muitos os verdadeiros fazedores de sonhos; que enquanto respiramos, mantemos a esperança. E aqui estamos nós, frente a frente com o cinismo e as dúvidas daqueles que nos dizem que não somos capazes, e a quem respondemos com o credo intemporal que representa o espírito de uma classe com dois mil e quinhentos anos: Sim, nós somos capazes.
Senhores encarregados de educação, o futuro dos vossos filhos é para nós algo de fundamental, não acreditamos em facilidades nem em facilitismos a escola é trabalho e o sucesso só está ao alcance daqueles que verdadeiramente se empenham, que acreditam, que se esforçam, que muitas vezes abdicam de muitas outras coisas para serem mais competentes no vosso trabalho. Nós escola, continuaremos a fazer o nosso trabalho e a acreditar em vós, e isso meus amigos quer dizer que nunca desistiremos de nenhum, que não desistimos dos vossos sonhos. Ao assumirmos isto mesmo, assumimos que vamos trabalhar arduamente com todos os alunos de modo a que os mesmos possam nos dar a todos um melhor futuro coletivo – e para isso precisamos de continuar a contar com os profissionais dedicados e empenhados que temos tido nesta escola..
Reafirmamos a importância que o crescimento do universo escola está não só na valorização dos nossos alunos, mas também na valorização do trabalho dos docente. Senhores Encarregados de Educação, caros colegas, com a contínua redução da natalidade e a constante imigração – de futuro irão bastar um ou dois autocarros para transferir a nossa escola de volta para Santo António.. Será isso que queremos senhores autarcas?..
Senhores governantes, senhores encarregados de educação, meninos e meninas, apenas podemos assumir convosco um único compromisso, vamos continuar a lutar por um amanhã melhor, pelos vossos sonhos, pelo vosso/ nosso futuro e acreditamos QUE SE TRABALHARMOS JUNTOS, TODOS PELOS MESMOS OBJETIVOS – O SUCESSO DOS NOSSOS ALUNOS, A VALIDADE DOS ENSINAMENTOS MINISTRADOS E O RIGOR DAS AVALIAÇÕES – então realmente estaremos a cumprir a nossa missão.
termino recordando José Carlos Ary dos Santos
“Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas.
É também aprender a ser livres, sem ideias tolas.
Ler um livro é muito importante, às vezes, urgente.
Mas os livros não são o bastante para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever, mas também a viver, mas
também a sonhar.
É preciso aprender a crescer, aprender a estudar.
Aprender a terra, aprender o trigo e ter um amigo também é estudar.
Estudar também é repartir, também é saber dar o que a gente souber dividir para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar, pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.
Contar todas as papoilas de um trigal é a mais linda conta que se pode fazer.
Dizer apenas música, quando se ouve um pássaro, pode ser a mais bela redacção do mundo…


………..Estudar é muito
……………..mas pensar é tudo!”

domingo, 6 de novembro de 2011

vamos refletir um pouco..

A Evolução da Educação:





Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...



Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...





Leiam o relato de uma Professora de Matemática:





Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.



Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.



Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.



Por que estou contando isso?



Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:





1. Ensino de matemática em 1950:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.



Qual é o lucro?





2. Ensino de matemática em 1970:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?





3. Ensino de matemática em 1980:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Qual é o lucro?





4. Ensino de matemática em 1990:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Escolha a resposta certa, que indica o lucro:



( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00





5. Ensino de matemática em 2000:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



O lucro é de R$ 20,00.



Está certo?



( )SIM ( ) NÃO





6. Ensino de matemática em 2009:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.



( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00





7. Em 2010 ...:



Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.



O custo de produção é R$ 80,00.



Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.



(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder pois é proibido reprová-los).



( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00







E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.



Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)





- Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:



Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...



Quando é que se 'pensará' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"





Passe adiante!



Precisamos começar JÁ!



Ou corremos o sério risco de largarmos o mundo para um bando de analfabetos, egocêntricos, alienados e sem a menor noção de vida em sociedade e respeito a qualquer regra que seja!!!



in anonimos

domingo, 1 de maio de 2011

MINISTROS E SECRETÁRIOS DE ESTADO QUE SE TORNARAM MARAJÁS DE EMPRESAS PÚBLICAS



Almerindo Marques



1999-2002 – conselho de administração da PT





Álvaro Amaro



2003-2006 – Conselho de Administração da PT Comunicações (não executivo)





Álvaro Pinto Correia



1985-2000 – Conselho de Administração da CGS





António Vitorino



1998-1999 – Vice-presidente da PT Internacional





Carlos de Oliveira Cruz



2001-2004 – conselho de administração da PT



2005 – comissão de remunerações da PT





António Couto dos Santos



1996-2004 – Presidente do Conselho Fiscal da PT TV Cabo



2002-2005 – Presidente da Assembleia Geral da PT Lusomundo





Eduardo Correia de Matos



1996-2002 – Conselho de Administração da PT



2003-2010 – Presidente da PT Brasil





Francisco Esteves de Carvalho



2008-2010 – Comissão de vencimentos da PT





Franquelim Alves



2005-2008 – Conselho de Administração da PT





Henrique Chaves



2006-2007 - Conselho de Administração da PT





José Xavier de Bastos



2007-2009 – Conselho de Administração (não executivo) e do Comité de Auditoria da PT





José Salter Cid



1996-2010 – Inspector-geral da PT



1997 - Conselho de Administração da PT



2006-2007 – Presidente da PT Saúde





Luís Todo Bom



1992-1996 – Presidente da PT



2002-2006 - Conselho de Administração da PT Investimentos Internacionais, PT Brasil (não executivo)



2010 – Inspector-geral e presidente do Conselho Consultivo da PT





Miguel Horta e Costa



1995-1996 – Presidente da PT





Franscisco Muteira Nabo



1996-2003 – Presidente da PT





Medina Carreira



1997-1999 – Conselho de Administração da PT





Norberto Fernandes



1997-2003 - Conselho de Administração da PT (vice-presidente desde 2000)





Armando Vara



2005-2007 - Conselho de Administração da PT (não-executivo)










António Mexia



2001-2004 – CEO da Galp





Daniel Bessa



2006-2010 – Presidente do Conselho Fiscal da Galp





Daniel Proença de Carvalho



2009 – Conselho consultivo da Fundação Galp





Eduardo Oliveira Fernandes



2005-2007 - Conselho de Administração da Galp





Fernando Gomes



2005-2010 - Conselho de Administração da Galp





Joaquim Ferreira do Amaral



2002-2005 – Chairmain da Galp





José Borrego



2000-2001 – Director da Galp e administrador executivo da Galp Power



2005-2009 – Presidente da Galp Power





José Penedos



2004-2006 – Conselho de Administração da Galp





João Morais Leitão



2001-2004 – Assembleia Geral da Galp





Francisco Murteira Nabo



2005-2009 – chairman da Galp





Joaquim Pina Moura



2004-2007 - Conselho de Administração da Galp





João de Deus Pinheiro



2000-2005 – Conselho de Administração da Galp





Rui Machete



2005-2007 – Presidente da Assembleia Geral da Galp





António de Almeida



1996-1998 – Presidente do Conselho de Administração da EDP



2003-2004 – Presidente da Comissão de Auditoria da EDP



2006-2010 – Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP





António de Sousa Gomes



2006-2007 – Conselho Geral e de Supervisão da EDP





António Mexia



2006- até actualidade – Presidente executivo da EDP





António Nogueira Leite



2010 – Conselho de Administração da EDP Renováveis





Carlos de Oliveira Cruz



1977-1982 – conselho de adminsitração da EDP





Eduardo Catroga



2006-2010 – Conselho geral e de supervisão da EDP





Fernando Faria de Oliveira



2008-2010 – Conselhos gerais e de supervisão da EDP





Jorge Oliveira Godinho



1978-1982 – Comissão intersindical da EDP



1998-2008 – Conselho da Administração da EDP e presidente da EDP Brasil





José Silva Lopes



2009-2010 – EDP Renováveis





Rui Pena



2008-2010 – Presidente da Assembleia Geral da EDP





Mário Cristina de Sousa



1982-1983 – Conselho de Administração da EDP



1998-2000 – Presidente da EDP





Alexandre Sobral Torres



1989-2003 – CGD (presidente da Caixa Geral de Aposentações





Alexandre Vaz Pinto



1995-1998 CGD (vice-presidente em 1996)





Almerindo Marques



1998-2002 – conselho de administração da CGD





Álvaro Pinto Correia



1985-2000 – presidente do conselho de administração da CGD





António de Sousa



2000-2004 – presidente da CGD





António Castro Guerra



2010 – CGD (apenas algumas semanas – transitou para a Cimpor)





António Vitorino



2010 – presidente da assembleia geral CGD BCI Fomento (Moçambique)





Carlos de Oliveira Cruz



1984-1989 – conselho de administração da CGD



1989- 1986 – conselho de administração da CGD Imoleasing



2000-2004 – CGD





Carlos Tavares



1992 – 1996 – vice-presidente da CGD





Celeste Cardona



2004-2005 – conselho de administração da CGD



2005-2010 – conselho de administração do BCI Fomento (grupo CGD)





Daniel Proença de Carvalho



2010-2011 – presidente da assembleia geral da CGD





Eugénio Ramos



1983-1987 – director da Caixa Geral de Aposentações (CGD)



1994-2009 – CGD Seguros





Faria de Oliveira



2008-2011 – presidente da Caixa Geral de Depósitos





Francisco Esteves de Carvalho



2006-2010 - conselho de administração da CGD Seguros





João Salgueiro



1996-1999 – presidente do BNU (CGD)





Luis Alves Monteiro



2003-2006 - conselho de administração da CGD





Murteira Nabo



1986- administrador delegado da CGD Imoleasing





Norberto Rosa



2005-2010 – conselho de administração da CGD





Mário Crsitina Sousa



2002-2007 - conselho de administração da CGD Investimento





Luís Mira Amaral



2002-2004 – vice-presidente e presidente da CGD





Pedro Dias Alves



2009 – conselho de administração dos hospitais privados de Portugal (CGD)





Armando Vara



2005-2007 - conselho de administração da CGD (administrador não executivo)





Mário Lino



2010 – 2011 – presidente do conselho fiscal das seguradoras da Caixa Geral de Depósitos




Fonte: currículos oficiais; Livro 'Os Donos de Portugal'